27 Novembro, 2006

Eu, O cavaleiro inexistente.

Cavaleiro! Retome a armadura! Sua patente no exército e seu grau de nobreza [...] são incontestáveis! Cavaleiro, resistiu por tanto tempo só com sua força de vontade, conseguiu fazer sempre de tudo com se existisse: por que render-se de repente? -- Mas já não sabe para que lado virar-se: a armadura está vazia, não vazia como antes, esvaziada também daquele algo que se chamava o cavaleiro Agilulfo e que agora se dissolveu como uma gota no mar.

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Eu, o cavaleiro inexistente.
Cleber M
p.s. leia "O Cavaleiro Inexistente" de Italo Calvino...